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O estudo publicado no PLoS One, aponta que pessoas ansiosas tem telômeros mais curtos. Telômeros são estruturas constituídas por fileiras repetidas de proteínas e DNA que formam as extremidades dos cromossoma e funcionam como um protetor para os cromossomos assegurando que a informação genética (DNA) relevante seja perfeitamente copiada durante a divisão celular. Alterações em seu comprimento aumentam o risco para câncer, doenças cardiovasculares, demências e aumento da taxa de mortalidade.

Durante a pesquisa, analisou-se amostras de sangue de 5.243 mulheres com idades entre 42 e 69 anos, mediu-se os respectivos telômeros e avaliou-se os níveis de ansiedade e, inclusive, possíveis sintomas de fobia, na população pesquisada.

Os resultados apontaram que quanto maior o nível de ansiedade,  menor o comprimento dos telômeros.  Para a coordenadora do estudo, Olivia Okereke,  o estudo estabelece uma ligação entre estresse,  ansiedade e fobia,  e envelhecimento precoce.

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