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A ansiedade acelera o processo de envelhecimento natural do ser humano. É o que constatou pesquisdores do Hospital Brigham and Women, da Univerisade de Harvard, EUA.

Uma em cada três pessoas no Brasil tem toxoplasmose, uma doença silenciosa e oportunista. Os dados são do Instituto Adolfo Lutz (São Paulo), reconhecido pelo Ministério da Saúde como laboratório de referência nacional em Saúde Pública. A OMS (Organização Mundial de Saúde) vai além e estima que metade da população mundial esteja infectada pelo parasita.

O toxoplasma gondii é transmitido ao homem através da ingestão de carne mal cozida, ingestão de oocistos provenientes de contato com fezes, alimento e água contaminada ou por transmissão transplacentária. A doença, conhecida há décadas, pode atingir qualquer órgão do corpo humano.

Pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, analisa o efeito do chá verde no controle da obesidade e aponta que o produto pode ser um aliado alimentar para a perda de peso e diminuição da gordura corporal. O trabalho da pesquisadora Gabrielle Aparecida Cardoso comparou a taxa metabólica de mulheres com sobrepeso e obesidade grau I, pré e pós consumo de chá verde aliado ou não à prática de exercício físico. Ao mesmo tempo, o estudo avaliou a aceitabilidade da bebida, bem como possíveis reações adversas causadas pelo seu consumo.

O estudo avaliou os efeitos do consumo de chá verde e da prática ou não de exercício físico resistido sobre a Taxa Metabólica de Repouso (TMR) e a composição corporal em mulheres com índice de massa corporal entre 25 quilos por metro (kg/m) a 35 kg/m. As voluntárias foram divididas em quatro grupos e durante dois meses seguiram o protocolo de pesquisa. As voluntárias do grupo 1 tomaram chá verde, enquanto as do grupo 2 tomaram placebo. As do grupo 3 tomaram chá verde e exercitaram-se enquanto que as do grupo 4, tomaram placebo e exercitaram-se.

Pesquisa realizada pela Universidade da Columbia, em Nova Iorque, aponta que 50% das mulheres (de todas as idades) podem apresentar algum nível de calvície. Além das causas genéticas, as mulheres podem perder os cabelos por diversas razões, desde dermatite seborreica, carência de ferro, hipotireoidismo, estresse, danos químicos nos cuidados com o cabelo o histórico familiar.

A evolução da perda pode ser observada por fotos ou por meio do haircheck. As mulheres que utilizam tinturas, alisamentos e produtos químicos nos cabelos devem ficar especialmente atentas a qualquer sinal de queda. O diagnóstico precoce da situação e o tratamento adequado aumentam a chance de reversão do quadro.

 
Levantamento realizado pelo Serviço de Hepatologia do Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo, vinculado a Secretaria de Estado da Saúde, apontou que 60% dos pacientes com doença hepática são portadores de hepatite. A doença é a maior responsável pela cirrose hepática e, por consequência, pelos transplantes de fígado. A hepatite C responde por cerca de 40% dos procedimentos, enquanto a B, por  8% dos transplantes.
No Brasil cerca de 1,5 milhões de pessoas estão infectadas pelo vírus da hepatite C. Mais de 33 mil novos casos são notificados por ano.

A hepatite é uma doença silenciosa e tem período longo de incubação, que vai de 10 a 30 anos. Quando não diagnosticada e tratada em tempo hábil, os danos são irreversíveis e comprometem as funções vitais do fígado.  “A detecção precoce das hepatites, por meio de exames específicos, é fundamental para o tratamento e qualidade de vida do paciente”, explica Carlos Baia, coordenador do Hospital de Transplantes.

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