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Pesquisa realizada pelo ginecologista Dr. Fábio Lopes Teixeira Filho, professor do Departamento de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo(UNIFESP) e pesquisador do Departamento de Medicina Reprodutiva da Universidade da Califórnia,SanDiego, pode ajudar a explicar a origem da síndrome dos ovários policísticos ( SOP) e indicar possíveis caminhos para seu tratamento e cura.

Estudo realizado pela Clínica Mayo, Estados Unidos, publicado no Journal of Pain and Symptom Management mostra os benefícios da atividade física sobre o tratamento e a recuperação de doentes de câncer.  A pesquisa analisou 20 pacientes diagnosticados com câncer de pulmão.  A coordenadora do estudo, Andrea Cheville, observa que os pacientes não costumam receber orientação médica sobre os benefícios da atividade física na manutenção de sua qualidade de vida.

Estudo italiano verificou que comer pouco ou moderadamente ativa uma molécula que ajuda o cérebro a manter-se jovem. Os cientistas da Universidade Católica do Sagrado Coração, de Roma, descobriram que a CREB1 se ativa no cérebro dos ratos submetidos a uma dieta baixa em calorias. O estudo publicado recentemente na “Proceedings of the National Academy of Sciences” revela que a molécula estimula os genes relacionados com a longevidade e, por sua vez, o bom funcionamento cerebral. Esta é a primeira pesquisa que comprova a existência de um mediador dos efeitos da dieta sobre o cérebro.

 
Pesquisa realizada pela psicóloga Ana Rosa Gliber no Instituto de Psicologia (IP) da USP revela que o ganho de peso em crianças pode estar associado a situações de perda e características de personalidade. Ana analisou a personalidade de seis crianças que não apresentavam transtorno orgânico que justificasse a obesidade. "Comer demais, para elas, é uma forma de amenizar o sofrimento e trazer tranquilidade", explica. “Elas tentam preencher o vazio emocional e lidar com os problemas comendo, pois essa é uma forma de manter algo bom dentro de si. Se você tira isso, ela sente que perdeu algo bom”, observa. 

A participação do homem no pré natal é fundamental para a saúde da mãe e do bebê. O programa denominado pré natal do homem, promovido pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo tem por objetivo reduzir a transmissão vertical (de mãe para filho) do HIV e a sífilis congênita. O projeto encontra-se implantado em 45 cidades paulistas e até 2014 deve estar em 190 municípios.

A medida surge como possibilidade para aumentar o acesso às unidades de saúde e ao tratamento das DST, propiciar maior participação no momento da gestação, ampliar a discussão sobre prevenção às DST/Aids e outras doenças ligadas à saúde do homem. As consultas podem ser realizadas nos serviços públicos que já fazem o atendimento do pré-natal feminino.

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