Notícias

Notícias

Fumar mais de 20 cigarros por dia quase triplica as chances de sofrer hemorragia cerebral. É o que demonstrou uma pesquisa da Universidade de Seul, na Coréia do Sul. Os pesquisadores analisaram 426 casos de hemorragia subaracnoide (HSA) e compararam os dados com os de 426 pessoas de idade e sexo semelhantes que não passaram pelo problema.

Estudo realizado pela Universidade de Oxford (Reino Unido) aponta que a ingestão diária de Omega-3  melhora a capacidade de leitura e o comportamento de crianças do ensino primário.

O estudo envolveu 362 crianças saudáveis de escolas públicas, alunos dos sete aos nove anos, com um desempenho inferior à média em testes de leitura padrão. Para o estudo, divididos em dois grupos, onde um deles recebeu um placebo e o outro, 600 miligramas de ómega-3 extraído de óleo de algas.

Estudar sem descansar às véspera do vestibular, não garante bom desempenho. Pelo contrário. Um estudo recente desenvolvido pela Universidade da Califórnia, Los Angeles (Estados Unidos), publicado no Child Develpment, demonstrou que os alunos que dormem pouco em véspera de exames, prejudicam seu desempenho acadêmico.

 
Pessoas com histórico familiar de melanoma apresentam risco  30 vezes maior de desenvolver a doença.  É o que indicam estudos apresentados durante o 14º Congresso Mundial de Câncer de Pele, realizado mês passado em São Paulo. “Entre 5% e 10% dos casos de melanoma estão relacionados a mutações genéticas hereditárias, que tornam esses pacientes e seus familiares mais suscetíveis a desenvolver o tumor. É o que chamamos de síndrome do melanoma familiar”, explicou a dermatologista Susana Puig, do Hospital Clinic Barcelona, na Espanha.
 

 
O plástico está perdendo espaço na cozinha para o vidro, o aço inoxidável e a cerâmica. Pesquisas mostram que substâncias do produto podem causar infertilidade masculina, puberdade precoce e até câncer de próstata.  "Hoje é quase impossível se livrar por completo do uso do plástico em contato com os alimentos, mas reduzir esse uso é altamente recomendável", afirma Fábio Gomes, nutricionista do Instituto Nacional do Câncer.
Em contato com a comida, o material libera moléculas tóxicas que migram para o alimento. 

A Resolução 1.995, do Conselho Federal de Medicina (CFM), publicada no Diário Oficial da União no último dia 31 de agosto, estabelece os critérios para que qualquer pessoa – desde que maior de idade e plenamente consciente – possa definir junto ao seu médico quais os limites de terapêuticos na fase terminal.

Pesquisa realizada pelo ginecologista Dr. Fábio Lopes Teixeira Filho, professor do Departamento de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo(UNIFESP) e pesquisador do Departamento de Medicina Reprodutiva da Universidade da Califórnia,SanDiego, pode ajudar a explicar a origem da síndrome dos ovários policísticos ( SOP) e indicar possíveis caminhos para seu tratamento e cura.

Estudo realizado pela Clínica Mayo, Estados Unidos, publicado no Journal of Pain and Symptom Management mostra os benefícios da atividade física sobre o tratamento e a recuperação de doentes de câncer.  A pesquisa analisou 20 pacientes diagnosticados com câncer de pulmão.  A coordenadora do estudo, Andrea Cheville, observa que os pacientes não costumam receber orientação médica sobre os benefícios da atividade física na manutenção de sua qualidade de vida.

Estudo italiano verificou que comer pouco ou moderadamente ativa uma molécula que ajuda o cérebro a manter-se jovem. Os cientistas da Universidade Católica do Sagrado Coração, de Roma, descobriram que a CREB1 se ativa no cérebro dos ratos submetidos a uma dieta baixa em calorias. O estudo publicado recentemente na “Proceedings of the National Academy of Sciences” revela que a molécula estimula os genes relacionados com a longevidade e, por sua vez, o bom funcionamento cerebral. Esta é a primeira pesquisa que comprova a existência de um mediador dos efeitos da dieta sobre o cérebro.

 
Pesquisa realizada pela psicóloga Ana Rosa Gliber no Instituto de Psicologia (IP) da USP revela que o ganho de peso em crianças pode estar associado a situações de perda e características de personalidade. Ana analisou a personalidade de seis crianças que não apresentavam transtorno orgânico que justificasse a obesidade. "Comer demais, para elas, é uma forma de amenizar o sofrimento e trazer tranquilidade", explica. “Elas tentam preencher o vazio emocional e lidar com os problemas comendo, pois essa é uma forma de manter algo bom dentro de si. Se você tira isso, ela sente que perdeu algo bom”, observa.