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Pessoas que não realizam nenhuma atividade física apresentam maior chance de desenvolver doença cardíaca, diabetes tipo 2, câncer de mama e cólon, além de ter sua expectativa de vida reduzida. É o que revela estudo conduzido por I-Min Lee, publicado recentemente na revista médica britânica Lancet.

O Ministério da Saúde informa que a gripe A (H1N1) foi responsável por 159 óbitos no primeiro semestre deste ano. Em 2011, foram 113 óbitos, e em 2010, 30. Apesar dos dados causarem apreensão, especialistas recomendam cautela. No Estado de São Paulo, até o dia 30 de junho houve 128 hospitalizações, entre estes 18 pessoas foram a óbito.

Pessoas que dormem poucas horas por noite tendem a sentir maior apetite por junk food. É o que indica um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. A restrição do sono altera a maneira como o cérebro reage à alimentos gordurosos. A descoberta faz parte de um estudo apresentado no SLEEP 2012, o encontro anual das Sociedades de Sono Associadas (APSS, na sigla em inglês), na cidade americana de Boston.

O centro de recompensa do cérebro é ativado de maneira diferente quando há restrição do sono. “Os resultados sugerem que, quando uma pessoa dorme pouco, ela se sente mais recompensada pelos alimentos gordurosos”, diz Marie-Pierre St-Onge, coordenadora do estudo.

HISTÓRIA

Ao contrário do que muitos possam pensar, o uso do cavalo como forma de terapia não é um método que surgiu recentemente. A técnica já existia desde 400 A.C. quando Hipócrates utilizou-se do cavalo para "regenerar a saúde" de seus pacientes.
Em 1901 também temos a história de uma dama inglesa, patronesse do Hospital Ortopédico de Oswentry (Inglaterra) que levava seus cavalos até o local para quebrar a rotina do tratamento dos pacientes, sendo este, o primeiro registro de uma atividade eqüestre ligada a tratamento.

Na Dinamarca, LIZ HARTEL, praticante de equitação, aos 16 anos sofreu de poliomielite, e durante muito tempo não pôde deslocar-se sem auxílio da cadeira de rodas e depois, muletas. Mas mesmo assim, continuou a praticar equitação. Oito anos depois, nas Olimpíadas de 1952, foi premiada com a medalha de prata em adestramento, competindo com os melhores cavaleiros do mundo, e o público só percebeu seu estado quando ela teve de apear do cavalo para subir ao pódio e valer-se de suas bengalas.

No Brasil, a partir dos anos 80, quando foi criada a ANDE-Brasil (Associação Nacional de Equoterapia) o tratamento tomou maior impulso, mas somente nos últimos seis anos é que se pode notar o verdadeiro crescimento desta modalidade terapêutica, junto ao crescente número de centros de equoterapia em todo território nacional.

A Equoterapia foi reconhecida como método terapêutico em 1997 pelo Conselho Federal de Medicina.

Estima-se que 1,2 milhão de brasileiros sofram da doença; 100 mil novos casos surgem todos os anos.

A prevalência cresce com a idade. 2% da população com 65 anos tem a doença. A proporção dobra a cada 5 anos (4% dos que têm 70 anos, 8% dos que têm 75 anos etc.)

 

A doença causa morte de neurônios e perda de massa cerebral – nos casos mais severos, o cérebro reduz de tamanho mesmo.

 

A doença de Alzheimer é um tipo de demência. No Brasil, é a segunda principal causa de demência – só perde para problemas vasculares no cérebro (quando lesões nos vasos sanguíneos do cérebro impedem a chegada de nutrientes e oxigênio no cérebro e causam a morte dos neurônios).

 

Pessoas com Alzheimer vivem em média por oito anos. Mas algumas podem chegar a viver por 20 anos.

Pesquisa