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O açúcar pode prejudicar o cérebro. Consumir altas quantias de frutose diariamente pode comprometer o aprendizado e a memória. É o que indica uma pesquisa publicada no periódico Journal of Physiology.

No estudo, ratos que ingeriram xarope de milho rico em frutose tiveram prejuízo na memória e queda no número de sinapses do cérebro. O xarope de milho costuma ser encontrado em produtos industrializados, como refrigerantes, condimentos, comida de bebê e lanches processados. "Nossas descobertas ilustram que o que você come afeta como você pensa", diz Fernando Gomez-Pinilla, professor de neurocirurgia e de biologia integrativa e fisiologia na Universidade da Califórnia. "Ingerir uma dieta rica em frutose por longos períodos altera a habilidade do seu cérebro de aprender e recordar informações", observa.

A compra compulsiva é um distúrbio psicológico que possui caraterísticas diferentes das observadas em portadores de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e do Transtorno Bipolar. É o que revela uma pesquisa da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Devido aos sintomas distintos apontados pelos compradores complusivos, o estudo da psicóloga Tatiana Zambrano Filomensky defende o desenvolvimento de novos tratamentos voltados especificamente aos portadores do distúrbio, ao invés da aplicação dos métodos utilizados nos pacientes de TOC e Transtorno Bipolar.

A partir de questionários aplicados em pacientes, a pesquisa verificou que a principal característica do comprar compulsivo é uma falha em resistir ao impulso de comprar, que pode gerar prejuízos pessoais, financeiros e familiares. “O paciente apresenta uma deficiência no planejamento de suas ações e impulso de aquisição excessiva”, descreve Tatiana. “Desta forma, o comprador compulsivo não pensa nas consequências dos seus atos a longo prazo, levando em conta apenas a satisfação do momento de comprar”.


Sociedade Brasileira de Infectologia alerta: o uso indiscriminado de medicamentos, sobretudo antibióticos, aumenta de forma considerável o risco de casos de superbactérias - micro-organismos resistentes à maior parte dos tratamentos disponíveis.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 440 mil casos de tuberculose resistente são registrados no mundo todos os anos, além de cerca de 150 mil mortes decorrentes de infecções por superbactérias.

O uso indiscriminado de antibióticos configura, de certa forma, um problema cultural, já que o profissional de saúde se sente mais seguro ao receitar o medicamento. "Ele acha que está fazendo um bem para o paciente, mas vários fatores precisam ser levados em conta na hora de fazer um programa de prevenção e também de orientação para o uso de antibiótico", observa o infectologista Marcos Antonio Cyrillo, diretor da SBI.

O Ministério da Saúde quer aumentar o número de doadores regulares de sangue no país dos atuais 2% da população para 3%, patamar recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Para isso, a ideia é aproveitar as ferramentas das redes sociais para cadastrar potenciais doadores e direcionar essas pessoas aos hemocentros mais próximos. De acordo com o ministro Alexandre Padilha, o banco virtual criado pelo ministério no Facebook, em novembro de 2011, já conta com mais de 7 mil doadores voluntários e o objetivo é dobrar esse número, alcançando 15 mil até o fim do ano.

Homens sedentários estão mais propensos a sofrer de impotência sexual. Estudo realizado com pacientes do Centro de Referência da Saúde do Homem indica  que 90% dos casos de impotência estavam associados a vida sedentária. A unidade de saúde atende a cerca de 300 pacientes ao mês com diagnóstico de disfunção sexual.

Pessoas que não realizam nenhuma atividade física apresentam maior chance de desenvolver doença cardíaca, diabetes tipo 2, câncer de mama e cólon, além de ter sua expectativa de vida reduzida. É o que revela estudo conduzido por I-Min Lee, publicado recentemente na revista médica britânica Lancet.

O Ministério da Saúde informa que a gripe A (H1N1) foi responsável por 159 óbitos no primeiro semestre deste ano. Em 2011, foram 113 óbitos, e em 2010, 30. Apesar dos dados causarem apreensão, especialistas recomendam cautela. No Estado de São Paulo, até o dia 30 de junho houve 128 hospitalizações, entre estes 18 pessoas foram a óbito.

Pessoas que dormem poucas horas por noite tendem a sentir maior apetite por junk food. É o que indica um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. A restrição do sono altera a maneira como o cérebro reage à alimentos gordurosos. A descoberta faz parte de um estudo apresentado no SLEEP 2012, o encontro anual das Sociedades de Sono Associadas (APSS, na sigla em inglês), na cidade americana de Boston.

O centro de recompensa do cérebro é ativado de maneira diferente quando há restrição do sono. “Os resultados sugerem que, quando uma pessoa dorme pouco, ela se sente mais recompensada pelos alimentos gordurosos”, diz Marie-Pierre St-Onge, coordenadora do estudo.

HISTÓRIA

Ao contrário do que muitos possam pensar, o uso do cavalo como forma de terapia não é um método que surgiu recentemente. A técnica já existia desde 400 A.C. quando Hipócrates utilizou-se do cavalo para "regenerar a saúde" de seus pacientes.
Em 1901 também temos a história de uma dama inglesa, patronesse do Hospital Ortopédico de Oswentry (Inglaterra) que levava seus cavalos até o local para quebrar a rotina do tratamento dos pacientes, sendo este, o primeiro registro de uma atividade eqüestre ligada a tratamento.

Na Dinamarca, LIZ HARTEL, praticante de equitação, aos 16 anos sofreu de poliomielite, e durante muito tempo não pôde deslocar-se sem auxílio da cadeira de rodas e depois, muletas. Mas mesmo assim, continuou a praticar equitação. Oito anos depois, nas Olimpíadas de 1952, foi premiada com a medalha de prata em adestramento, competindo com os melhores cavaleiros do mundo, e o público só percebeu seu estado quando ela teve de apear do cavalo para subir ao pódio e valer-se de suas bengalas.

No Brasil, a partir dos anos 80, quando foi criada a ANDE-Brasil (Associação Nacional de Equoterapia) o tratamento tomou maior impulso, mas somente nos últimos seis anos é que se pode notar o verdadeiro crescimento desta modalidade terapêutica, junto ao crescente número de centros de equoterapia em todo território nacional.

A Equoterapia foi reconhecida como método terapêutico em 1997 pelo Conselho Federal de Medicina.

Estima-se que 1,2 milhão de brasileiros sofram da doença; 100 mil novos casos surgem todos os anos.

A prevalência cresce com a idade. 2% da população com 65 anos tem a doença. A proporção dobra a cada 5 anos (4% dos que têm 70 anos, 8% dos que têm 75 anos etc.)

 

A doença causa morte de neurônios e perda de massa cerebral – nos casos mais severos, o cérebro reduz de tamanho mesmo.

 

A doença de Alzheimer é um tipo de demência. No Brasil, é a segunda principal causa de demência – só perde para problemas vasculares no cérebro (quando lesões nos vasos sanguíneos do cérebro impedem a chegada de nutrientes e oxigênio no cérebro e causam a morte dos neurônios).

 

Pessoas com Alzheimer vivem em média por oito anos. Mas algumas podem chegar a viver por 20 anos.