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Sim, evidentemente, tudo depende das preferências, motivações e das habilidades de cada pessoa, mas, em geral, dançar mantém o corpo em movimento, proporcionando alongamento, correção postural e flexibilidade aos praticantes. 

Dedicar tempo à leitura, ou também a programas tranquilos, como caminhadas, pescarias, passeios de bicicleta pelo parque, artesanato, jogo de xadrez, ouvir música, aprender a pintar ou tocar um instrumento pode fazer muito bem à saúde mental e do corpo. 

Muito comum na prática de esportes, na realização de algum movimento e até mesmo ao dormir, as cãibras são contrações musculares involuntárias que afetam principalmente os músculos das pernas e dos pés, causando forte sensação de dor e fadiga.

As sementes de linhaça melhoram a função intestinal, a pressão arterial e diminuir os riscos de doenças no coração. É o que indica a pesquisa que está sendo conduzida na Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Paraná, em Curitiba.

 

Mau hálito é a liberação de odores desagradáveis pela boca ou mesmo pela respiração. A halitose não é uma doença, mas pode mostrar que há algo de errado no organismo.

Nos casos de gastrite, a camada de tecido que reveste o estômago, chamada epitélio, apresenta inflamação, porém permanece preservada; já a úlcera implica uma erosão nesse tecido, cuja aparência lembra uma grande afta. 

Pesquisadores norte-americanos constataram que a hortelã é eficiente no combate à enxaqueca e dores musculares. A planta possui óleos essenciais com ações analgésica, antibacteriana e antiinflamatória. O chá de hortelã tem um aroma e sabor agradáveis e pode ser consumido quente ou frio.

Pesquisas apontam que as experiências musicais melhoram a percepção da linguagem, o que por sua vez facilita a aprendizagem da leitura.

Ainda existem muitas confusões sobre o que acontece com as mulheres na menopausa e no climatério. Você sabe qual é a diferença? No podcast de hoje falei sobre os mitos e verdades sobre essa fase das mulheres. 

No Brasil, existem 17 milhões de diabéticos e 40 milhões de pré-diabéticos, sendo 90% do tipo 2, quando a doença é adquirida na fase adulta, e 10% do tipo 1, que surge na adolescência.