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Por isso, um dos desafios é o diagnóstico precoce da doença e o correto tratamento. O Hospital das Clínicas da Unicamp (Universidade de Campinas) atende cerca de 1.200 pacientes por mês no Ambulatório de Glaucoma, que funciona todos os dias das 8h às 16h. Estima-se que mais de 30% dos pacientes que chegam ao hospital já estão com a visão comprometida. A doença não tem cura, mas o controle pode ser feito com o uso de colírios, laser ou procedimento cirúrgico. O diagnóstico é feito através de exames simples e indolores, como o exame de campo visual, tonometria, acuidade visual e fotografia do nervo óptico.

O ideal é que todas as pessoas acima de 40 anos de idade façam exames oftalmológicos de rotina a cada dois anos. Pessoas com histórico da doença na família também integram o grupo de risco. Assim como indivíduos de etnia negra ou afrodescendente, pois a incidência nesse grupo é quatro vezes maior em relação aos demais. Segundo  The Glaucoma Foundation, pelo menos 90% dos casos de glaucoma não levariam a cegueira se diagnosticados e tratados corretamente.

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